Política
PSD entre na briga e pode dividir grupo de Riedel, Reinaldo e Tereza na disputa presidencial
INVESTIGA MS WENDELL REIS
A decisão do PSD por candidatura própria à presidência da República deve mudar as articulações políticas em Mato Grosso do Sul e dividir o grupo liderado por Eduardo Riedel (PP), Tereza Cristina (PP) e Reinaldo Azambuja (PL).
Presidente do PL em Mato Grosso do Sul, Reinaldo terá, obrigatoriamente, que defender a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência, mas terá dificuldade para um consenso no grupo político.
O governador Eduardo Riedel, por exemplo, pertence a uma direita mais moderada e tem uma relação muito boa com o trio de governadores que pode ser candidato no PSD: Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite. Não seria surpresa se o governador optasse por apoiar o candidato do PSD à presidência da República.
Riedel teria dificuldade para fazer o anúncio porque conta com o PL para sua reeleição, mas nada impede de uma “aliança branca” com o presidenciável do PSD.
A senadora Tereza Cristina ainda não se pronunciou sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro. Ela era cotada como vice de Tarcísio, algo que lhe interessava, mas o governador de São Paulo foi preterido pelo filho do ex-presidente, reduzindo a possibilidade de ela disputar a eleição deste ano.
COMENTÁRIOS




PRIMEIRA PÁGINA




