Operação conjunta desarticula esquema de furtos e tráfico e prende três no interior do Estado

DA REDAçãO


Material recuperado na ação - Crédito: Divulgação PCMS

Uma ação integrada entre as Polícias Civil e Militar resultou na prisão em flagrante de três pessoas envolvidas em furtos, receptação e tráfico de drogas em Brasilândia, nesta quarta-feira (17). A operação foi desencadeada após investigações sobre uma série de furtos registrados no último fim de semana, que causaram prejuízo superior a R$ 30 mil às vítimas.

Durante as diligências, os policiais identificaram que parte dos objetos furtados estaria sendo trocada por entorpecentes em um ponto conhecido como “Biqueira do Lekão”. No local, foram presos A.A., de 29 anos, conhecido como “Lekão”, além de V., vulgo “Omelete”, e outro indivíduo identificado pelas iniciais V., todos já conhecidos pelas forças de segurança por envolvimento em práticas criminosas.

Na operação, foram apreendidas porções de maconha e crack, dinheiro trocado, materiais utilizados para embalar drogas e uma grande quantidade de produtos furtados, entre eles ferramentas, 12 baterias de caminhão, fios elétricos, maquinários, celulares e mercadorias de supermercado.

As investigações apontam que “Omelete” seria o responsável pelos furtos, utilizando uma motocicleta pertencente a “Lekão”, que, por sua vez, atuaria na receptação, armazenamento e comercialização dos objetos subtraídos, inclusive realizando trocas por drogas. Em interrogatório, “Omelete” confessou participação em cerca de oito furtos distintos e indicou o destino de parte dos bens, possibilitando a recuperação de diversos itens.

Os policiais também localizaram objetos furtados em outro endereço ligado à investigação, incluindo fogareiros levados de um estabelecimento comercial em Três Lagoas. No local, ainda foram encontrados dois cães em situação de maus-tratos. A Associação Brasilandense de Proteção Ambiental (ABAFA) foi acionada para adoção das medidas cabíveis.

Os três suspeitos foram autuados em flagrante, e a Polícia Civil representou pela conversão das prisões em preventivas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema, especialmente fornecedores de drogas e receptadores de produtos furtados.



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