Bebê de um ano é internada com sinais de estupro

DA REDAçãO


Menina de um ano está internada em estado grave e suspeita é de estupro - Crédito: Arquivo/Campo Grande News

Bebê 1 ano e 11 dias foi internada na noite de domingo (24/5), em Campo Grande, após apresentar diagnóstico de lesões severas decorrentes de violência sexual. Ela está em estado grave na área vermelha da pediatria da Santa Casa da Capital. Na delegacia, o caso foi registrado como estupro de vulnerável e é investigado.

A Polícia Militar foi acionada pelo serviço social do hospital após a equipe médica identificar sinais atípicos de abuso na genitália e no ânus da paciente.

Conforme o laudo da ginecologia forense, a criança apresentava fissuras, sangramento e hematoma, segundo o Campo Grande News.

À polícia, a mãe da menina, de 20 anos, relatou que na tarde de sábado (23/5) deixou a filha aos cuidados de uma tia de consideração, no Bairro Ana Maria do Couto para realizar trabalhos domésticos. Horas depois, a bebê começou a passar mal, apresentando febre alta, episódios de vômito e convulsões severas.

A cuidadora prestou os primeiros socorros e encaminhou a vítima para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Almeida. Devido ao grave rebaixamento de consciência e a um quadro suspeito de encefalite, a bebê precisou ser entubada e transferida com urgência pelo SAMU para a Santa Casa.

À polícia, a tia de consideração explicou que precisou se ausentar da residência por aproximadamente uma hora e deixou a bebê com suas filhas adolescentes, de 14 anos. Neste período, a menina começou a convulsionar.

Ainda no hospital, a mãe revelou aos policiais que o ex-padrasto da criança figura como suspeito. Ela coabitava com o homem em outra residência, mas saiu do local após ele ser preso em flagrante no dia 1º de maio por violência doméstica contra a própria jovem.

Como as lesões mais antigas da bebê coincidem com o período anterior à prisão do homem, a polícia investigará a conduta dele e de todas as pessoas que tiveram acesso à vítima nos últimos dias, segundo informou o Campo Grande News.

O caso segue em investigação.



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